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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Fruto da Época



A Castanha

Fruto (aquénio de cúpula esférica e espinhosa) produzido por várias árvores especialmente, em Portugal, pelo castanheiro.


Origem


A espécie que existe em Portugal é “castanha sativa”.

Pensa-se que foi introduzida na Península Ibérica, provavelmente, durante a época dos romanos.


História


O castanheiro é uma árvore longeva, de folha caduca, que pode durar mais de um milhar de anos de idade.

Os seus frutos são as conhecidas e apreciadas castanhas.

Esta árvore começa a dar frutos com 8 a 10 anos e com 50 anos o seu crescimento é bastante rápido, podendo atingir 45m de altura.

Cada castanheiro pode produzir entre 10 e 90 quilos da castanha.

As tribos pré-romanos chamavam-lhe a “árvore de pão” era um alimento rico e um importante meio de subsistência.

Era utilizado na alimentação dos homens e dos animais era o pão mais desfavorecidos.

Em regiões como Beira e Trás-os-Montes, comiam as castanhas para se alimentarem durante o ano.

As castanhas desempenhavam um papel muito semelhante ao de hoje ocupado pelas batatas. Podemos encontrar 12 espécies de castanheiro.

A que há em Portugal é chamada castanha sativa. Em Portugal, a área mais cultivada é a serra de S. Mamede, considerada “um verdadeiro santuário do castanheiro”.


Tipos de castanheiros


Há castanheiros bravos e castanheiros mansos.

A um conjunto de castanheiros bravos, que dão a madeira, chamamos “castinçal” e a um conjunto de castanheiro mansos, que nos dão castanhas, chamamos “souto”.


Variedades de castanhas com qualidade

Judia, longal e côta.

O esconderijo da castanha

A castanha esconde-se dentro, de uma cápsula espinhosa chamada "Ouriço".

domingo, 8 de novembro de 2009

Fruto da Época




O Diospiro

Diospiro, dióspiro ou caqui – diopyros - (apelidado de fruto dos deuses e fogo divino) é um fruto centenário originário da China, tendo-se expandido mais tarde para a Coreia e Japão. É amplamente cultivado em climas moderados, existindo cerca de 800 variedades, mas podem ser divididos em duas grandes categorias: os adstringentes (só podem comer-se totalmente maduros, doutra forma os taninos presentes no fruto fazem com que “trave na boca”) e os não-adstringentes (estes podem ser comidos tal como maçãs quando estão estaladiços).

A variedade de diospiros mais conhecida em Portugal é a de casca lisa, fina, cor-de-laranja forte ou amarelo-torrado e de polpa muito mole e viscosa que surge na época inicial de Outono. São, por isso, frutos bastante ricos em hidratos de carbono (embora de absorção rápida, devendo ser consumidos com moderação), caroteno, vitamina C, fibras, potássio, magnésio e ferro promovendo a saúde dos olhos, pele, intestinos, ossos, contracção muscular, controlando a hipertensão e o colesterol e equilibrando fluidos do organismo humano.
Têm também efeitos antioxidantes e anti-cancerígenos.

Aquando da compra, é aconselhável que os frutos tragam pedúnculo e cálice, bem como a casca sem manchas nem fissuras pois é frequente a polpa ser atacada por pequenas larvas brancas camufladas nos pequenos e frágeis veios esbranquiçados.

Os diospiros são geralmente consumidos ao natural sem casca, com canela ou em recheio de tartes, em compotas, batidos, saladas, no iogurte ou secos no desidratador.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Fruto da Época;




A Romã

A romã é um fruto delicioso oriundo da Pérsia ou Irão que se começou a espalhar há milhares de anos por toda a Ásia, pela África, região do Mediterrâneo e até há poucos séculos pelas Américas especialmente na Califórnia onde já existem milhões de plantas.

Este fruto é do tamanho duma maça vulgar apresentando uma casca dura com uma cor que vai desde o alaranjado até ao vermelho escuro.

Possui 613 sementes que são as partes comestíveis. O nome em latim da romã é: ‘pomum’ (maçã) mais ‘granatus ‘ (com sementes). Portanto trata-se “duma maçã com sementes”. Foi deste nome ‘granatus’ que originou o nome da cidade de Granada em Espanha à volta da qual existem muitas romãzeiras.

Arquivos cuneiformes na Mesopotâmia, 3 mil anos antes de Cristo, já faziam referências às romãs. Por causa da sua casca grossa as romãs aguentam-se mais do que as outras frutas quer durante o tempo quente quer com o frio. Por isso foram usadas como alimento assim como as cebolas e os alhos (por se conservarem mesmo no tempo quente) durante as construções das Pirâmides do Egipto. Pelas mesmas razões as romãs foram usadas na travessia do deserto na Rota da Seda.