Baco (Bacchus-i) - filho bastardo de Júpiter e de Sémele que morreu num incêndio, antes de ele nascer; o pai conseguiu salvar o filho, recolhendo-o na sua própria coxa, completando aí a gestação. Nasceu em Tebas, na Grécia, mas o pai, para o esconder das vista de Juno, sua esposa mandou-o criar por ninfas num vale chamado Nisa. Baco ensinou os homens a fabricar vinho, usava como bastão uma vara enramada com folhas de parra, cachos de uvas e uma pinha na ponta: o"Tirso". Era também representado com hastes na cabeça. Conquistou a Índia e era adorado no Oriente.
No dia 1 de Novembro muitas pessoas de Santar e outras vindas das diferentes partes do Pais se deslocaram ao nosso cemitério.
Uma tradição que há muito se renova através dos tempos; uma maneira mais próxima e sentida de recordar os seus antepassados. Uma força incontida de estar mais perto dos seus familiares e amigos.
O cemitério estava muito bem arranjado, os vasos e velas rodeados por lindas flores por cima das sepulturas dignificavam aquele local sagrado. A missa iniciou-se às 15 horas antecedida das três antífonas próprias proclamadas neste dia. As pessoas assistiram à Eucaristia com olhar sentido e sentimento pesado, evocando aqueles que lhes legaram os destinos da vida.
Cada um à sua maneira interioriza-se na sua meditação, na sua oração, na sua reflexão aos seus inesquecíveis antepassados. No entanto se evocarmos o provérbio que diz:
“As pessoas só morrem quando nos esquecemos delas”, podemos afirmar que fomos conviver de perto, conversar e renovar a memória daqueles que nunca esqueceremos e perpetuam para sempre.
Não poderia ficar indiferente e insensível ao conteúdo do discurso de tomada de posse do agora reeleito Presidente da Junta de Santar, Sr. João Carlos.
Em primeiro lugar, a dureza e asperidade das suas palavras em nada dignificam uma cerimónia de tão sublime acto. Em segundo lugar e no que concerne ao ataque ao Santarense e seu Director, não encontro justificação para tão indelicada atitude.
Ao Santarense cabe o dever de felicitar as pessoas e as Instituições nas suas horas de vitória, mas também o direito de defesa quando injustificadamente atacado.
O Director do Jornal Santarense foi eleito pelos órgãos directivos da ACI para desempenhar este importante cargo. Procuro fazê-lo, baseado nos princípios que ostento, ou seja imparcialidade, ética, rigor… e verdade. Esta é a matriz da escola que frequentei na minha própria casa com os meus Pais e pretendo identificá-la para sempre.
Antes das eleições autárquicas, o Santarense decidiu entrevistar todos os candidatos à Assembleia de Freguesia de Santar. Elaboramos cinco perguntas iguais para todos, sendo as entrevistas na sede da ACI. Todos aceitaram de bom grado este convite, com excepção do Sr. João Carlos. Este desejava que lhe fossem entregues em mão para depois responder. Obviamente que tal pretensão não foi aceite, pois estaríamos a desvirtuar a verdade democrática e rejeitar os princípios de igualdade que arduamente defendemos.
Esta é a única e verdadeira realidade, podendo ser testemunhada pelas pessoas entrevistadas.
Mais adianto, que ninguém é obrigado a conceder entrevistas ao nosso Jornal, mas também não admitimos críticas fúteis e sem qualquer valor.
Enquanto desempenhar este cargo serei fiel a esta minha conduta, não embarcando em pressões nem linguagens estéreis. Aqui coloco um ponto final nesta questão, dando-a por encerrada mas com a verdade reposta.
Não tenho em meu poder qualquer certidão de Jornalista, mas ostento nos meus ombros os indeléveis valores de ética, rigor… e verdade.
Atitude imediata foi aquela que o presidente da Junta de Freguesia de Santar tomou, imediatamente após ter tido conhecimento da reunião que decorreu no Centro de Saúde de Nelas no passado dia 28 de Outubro de 2009.
Reunião onde entre outros assuntos, supostamente se iria discutir o possível encerramento da Extensão de Saúde de Santar.
Preocupado com a freguesia de Santar e com o bem-estar da população que representa o sr. Presidente da Junta deslocou-se ao local da reunião para averiguar a veracidade do polémico encerramento da extensão de saúde de Santar
A sua intervenção não foi feita de ânimo leve o que originou alguma discussão e conflito de opiniões, no entanto o srº presidente deixou bem clara a sua vontade, dizendo que iria contestar, indo até às últimas formas de luta caso fosse retirada a Santar esta necessidade primária que é o posto de Saúde.
Perante tal postura o Director Regional do Centro, Dr. José Craveiro, propôs-se a realizar uma reunião na sede da Junta de Freguesia, para esclarecer este tão polémico encerramento. Reunião esta, que se realizou no passado dia 04 de Novembro na respectiva sede da Junta.
Todos os membros da Junta de freguesia estiveram presentes, bem como dois elementos da Junta de freguesia de Carvalhal Redondo. Foram colocadas várias questões e foi também pedido ao Dr. José Craveiro para entrevir na programação de marcação de consultas de forma a evitar que os utentes estejam à porta do posto de saúde às 5h da manhã para ter uma consulta.
O Dr. José Craveiro respondeu de forma elucidativa a todas as questões, aceitou de bom grado os pedidos e referiu que a extensão de Saúde de Santar irá CONTINUAR ABERTA de forma a responder às necessidades da população.
A Junta de Freguesia de Santar continua empenhada e atenta para resolver qualquer situação principalmente aquelas que ponham em risco o bem-estar da população que representa.