terça-feira, 27 de abril de 2010

18º Aniversário - Domingo


Os músicos que connosco cooperaram; muito bem-haja pela Vossa participação
- Panxica; coordenação e ensaios, voz e guitarra
- Pindalho; espaço de ensaios, voz e baixo



as vozes da ACI e João Batista percussão



a ACI ofereceu um livro com os cânticos da Missa



agradecemos a todos que estiveram presentes



O amigo Aurélio e Carlos Rodrigues leram as leituras,
agradecimento à D. Rosália por toda a colaboração que teve com a ACI


almoço comemorativo do 18º aniversário



agradecimento ao Sr. Padre Fernando pela atenção que teve com a ACI,

segunda-feira, 26 de abril de 2010

18º Aniversário - Sábado


o 18º Aniversário da ACI teve o seu inicio com actuação de uma pequena
festa no Largo da Misericórdia


uma das bailarinas que abrilhantaram a noite


a "pequenada" esteve particularmente entretida ao som da musica


o amigo Rito proferiu o discurso do 18º Aniversário

segunda-feira, 19 de abril de 2010

domingo, 11 de abril de 2010

SANTARENSE - Artigos

Concerto Musical na Igreja da Misericórdia

A Santa Casa da Misericórdia de Santar, organizou no passado dia 28 de Março, Domingo de Ramos, um concerto musical.

O evento teve lugar na Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Santar, e veio no seguimento de outras iniciativas realizadas em anos anteriores.

Com o início da Semana Santa, inclinamo-nos para um período de reflexão e recolhimento característico á presente época.

O Grupo Musical convidado, foi da Associação Coral São José da Cunha Baixa tendo iniciado a sua actuação perto das 16:00 horas.

Compareceu na Igreja da Misericórdia, óptimo local acústico, muitas Santarenses para assistir a este concerto, movidos pela ansiedade e curiosidade na perspectiva deste momento musical.

O Grupo, composto por elementos de ambos os sexos, exibiu-se a bom nível, transmitindo a todos os presentes, momentos de alegria, palmas e satisfação.

Este Grupo Coral era acompanhado por um organista, que simultaneamente exercia as funções de director musical e suas jovens ao clarinete.

A sua actuação demorou aproximadamente uma hora e as pessoas presentes não arredaram pé até ao seu terminus.

Iniciativa, mais uma vez louvável, por parte da mesa administrativa da Santa Casa da Misericórdia, pois Santar necessita destes eventos, indispensáveis para um povo que sabe receber e ao mesmo tempo aprecia a arte dos sons.

A Redacção

quinta-feira, 25 de março de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

SANTARENSE - Artigos

Terreiro da Carvalha

Fogueira de Natal;


A fogueira do Natal no Terreiro da Carvalha continua a ser um dos rituais natalícios mais enraizados em Santar.

Na Carvalha, sítio de eleição para fazer a fogueira, junta-se o máximo possível de toros e de lenha, para que o povo se aqueça e conviva depois da consoada e enquanto espera pela missa do galo (a missa este ano foi antes da consoada, ás sete da noite), Geralmente este ponto de encontro prolonga-se até quase à manhã do dia seguinte, não faltando, comida e bebida e, com certeza, muita conversa e musica dos altifalantes de viaturas estacionadas.

É um encontro e convívio com muitos, em que se transporta para fora do lar e, de uma forma mais alargada, o hábito familiar da reunião à volta da lareira. Possui um significado religioso que antecede ao tempo em que os povos aguardavam o nascimento do Menino Jesus. "Depois que todos se iam apercebendo que Jesus Cristo estava para nascer a qualquer momento, os pastores reuniam-se então, em conjunto, à volta da fogueira, e em vigilância, à espera da revelação do acontecimento".
Normalmente são grupos de jovens que na véspera do Natal, vão às matas procurar grandes troncos e toros de árvores. Pode-se sempre contar com a

colaboração do amigo Joaquim Cego e António Peras, outros havia mas já não estão entre nós. Não esquecendo os habituais fogareiros que vão ajeitando a fogueira noite dentro com ajuda de todos. Nos últimos anos tem-se construído grandes fogueiras, de toros de pinheiros, toros de oliveira, eucalipto e tudo que apareça pelo caminho, onde a talvez centenária fogueira chega a queimar umas boas toneladas de lenha.
Como habitual juntam-se sempre alguns “cromos”, que é como quem diz, rapaziada boa e por vezes também de terras vizinhas a animar o acto, excedendo-se por vezes no álcool e nos festejos.

A fogueira de Natal é acesa ao cair da noite do dia 24. Geralmente fica restrita aos dias 24 e 25, reacende-se no fim do ano, início do ano novo e reis.

A época natalícia em Santar tem um sabor a tradição, onde a fogueira de Natal se mantém como um ritual que vai juntando ao longo dos tempos o povo na Carvalha.

Votos que esta tradição tenha continuidade para os nossos vindouros e que orgulhe a todos, as memórias do que ainda é a tradição e realidade de ser Santarense.

Natal 2009

Ordysi